Tenho Diabetes! E agora?

Dr. Angelo Bannack

Atualizado há 5 meses

O Diabetes é uma doença silenciosa (não costuma ter sintomas) e de grande prevalência mundial. Segundo dados do Vigitel, estima-se que mais de 7% da população brasileira tenha a doença. É assunto recorrente no consultório e por isso merece um artigo dedicado para ele. Apesar de existir uma doença bastante rara chamada de Diabetes Insipidus, relacionada ao balanço de líquidos no corpo, o objetivo desse texto é tratar do Diabetes Mellitus, que aqui será tratada apenas como Diabetes, sem seu sobrenome.

Está longe de minhas intenções esgotar o assunto neste texto. Mas vou tentar descrever de forma simples e objetiva o que é o diabetes, como tratar e as metas do tratamento. Espero poder esclarecer suas dúvidas.

Boa leitura. 

*Prefere assistir? O conteúdo deste artigo também está disponível no vídeo abaixo. 

Vídeo: DIABETES MELLITUS: A Doença do Acúmulo de Açúcar no Sangue

DIABETES: Como e por que controlar o açúcar no sangue

O que é o Diabetes Mellitus?

O diabetes é a doença do acúmulo de açúcar no sangue. Para entender como esse açúcar se acumula no sangue temos que entender de onde o açúcar vem e pra onde ele deveria ir no corpo saudável.

Apesar da grande associação da mídia de que o consumo de doces é o grande vilão do diabetes, na verdade existem vários alimentos que contêm açúcar e tantos outros que se transformam facilmente em açúcar no sangue. Gosto de citar os três branquinhos do mal.

Os três branquinhos do mal!

Nossa alimentação é baseada no consumo de carboidratos e são eles que se transformam em açúcar no sangue. Os principais deles e mais prejudiciais para o diabetes são:

  • Açúcar branco. 
  • Trigo branco.
  • Arroz branco.

Um adendo é de que todas as variações de açúcar, seja o mascavo ou outros, fazem tão mal para o diabético quanto o açúcar comum.

Uma vez ingeridos, tais alimentos atravessam o intestino e chegam até a corrente sanguínea muito facilmente na forma de açúcar (também chamada de glicose). O próprio açúcar, as versões refinadas de trigo e o arroz parboilizado são convertidos e absorvidos muito facilmente na forma de açúcar, tendo por isso um alto índice glicêmico (uma conversão fácil e rápida de carboidrato em açúcar).

Pra que serve o açúcar que está no sangue?

Uma vez na corrente sanguínea é esse açúcar que vai funcionar como combustível para todos os processos e funcionamento do corpo. O açúcar é como a gasolina utilizada por um veículo para se mover. Sem ele o corpo não funciona. É necessário açúcar para nossos olhos enxergarem, para nossos músculos contraírem, para nosso sistema imunológico nos defender de ameaças, para nosso pulmão respirar. Todas estas ações são realizadas pelas inúmeras e diversas células de nosso corpo.

Como o açúcar entra nas células?

Uma vez na corrente sanguínea, o açúcar precisa entrar dentro das células para poder realizar sua função. Para fazer isso é necessário um componente chamado de insulina. A insulina é um hormônio produzido pelo pâncreas. Esse por sua vez fica localizado atrás do estômago. O pâncreas tem uma espécie de sensor de açúcar. Se tem mais açúcar em circulação mais insulina é produzida. A insulina é como se fosse uma chave que abre a porta para permitir a entrada do açúcar nas células.

Uma vez que o açúcar entra nas células ela não é necessariamente utilizada. Você não mexe seus músculos apenas quando está comendo. Por isso as células mantêm uma reserva de açúcar, uma espécie de tanque de combustível para ser utilizado sempre que necessário. O excesso de combustível, digo, de açúcar, que não cabe nesse tanque, se transforma em gordura.

Uma questão importante aqui é que quase todas as células do corpo mantêm seu estoque próprio de açúcar, menos as células do cérebro. O cérebro depende do açúcar presente na corrente sanguínea. Isso é importante para você entender o conceito de hipoglicemia. Se o açúcar baixar demais no sangue, pode ocorrer hipoglicemia, que são sintomas decorrentes de falta de energia no cérebro, tais como tontura, sudorese, desorientação, dificuldade de falar ou se movimentar, confusão mental entre outros. É por isso que no corpo saudável o pâncreas faz um controle rigoroso do açúcar, evitando que ele abaixe demais.

Tipos de diabetes

Agora que já entendemos como o açúcar sai dos alimentos e chega nas células, podemos finalmente entender como a doença diabetes ocorre.

Apesar de existirem outras formas mais específicas de diabetes (gestacional, induzido por doenças, medicamentos, entre outras) o princípio básico da doença é dividido em dois tipos: Diabetes tipo 1 e diabetes tipo 2.

No diabetes tipo 1 o pâncreas é atacado pelas células de defesa do próprio corpo, num processo autoimune de destruição do órgão. Uma vez que isso ocorre, cessa a produção de insulina e sem insulina, o açúcar não consegue ir para as células ficando acumulado no sangue. Seu início é na fase infanto-juvenil, sendo diagnosticado normalmente antes dos 20 anos de idade. O diagnóstico é muitas vezes por uma crise de acúmulo excessivo de açúcar no sangue, numa quantidade absurda em que o organismo se perde e não sabe o que fazer com tanto combustível, levando a um quadro chamado de cetoacidose diabética, que precisa de tratamento hospitalar. Como o açúcar não consegue entrar nas células para ser armazenado ou se transformar em gordura, os indivíduos que têm diabetes tipo 1 normalmente são magros.

Já na forma mais prevalente, o tipo 2, o problema é que com os maus hábitos alimentares, além da pré-disposição genética, as células do corpo começam a ficar resistentes à insulina. É como se a fechadura que abre a porta do açúcar ficasse enferrujada e precisasse de mais insulina para ser aberta. Esse processo faz com que o pâncreas trabalhe em seu limite máximo, e que as vezes não é o suficiente para eliminar o excesso de açúcar, fazendo-a acumular no sangue. É mais comum depois dos 40 anos de idade e o diagnóstico é feito ao acaso por exames de sangue. Diferente do diabetes tipo 1, o tipo 2 dificilmente dá sintomas na fase inicial da doença, com os sintomas sendo apresentados nas fases mais tardias, depois de muitos anos de evolução da doença sem tratamento. Na evolução da doença o pâncreas começa a falhar e por isso, em algum momento, muitos pacientes acabam precisando de insulina para se tratar.

Mas e qual o problema de ter açúcar em excesso no sangue?

Apesar de ser um processo bastante complexo e não totalmente compreendido, costumo dizer que o açúcar em excesso pode levar ao entupimento de vasos sanguíneos bem pequenos, afetando desta forma 3 lugares em particular: os pés, a retina e os rins.

Vasos entupidos nos pés, podem levar inicialmente a muita dor ou formigamento, principalmente na ponta dos pés, evoluindo para a completa perda de sensibilidade. Tal perda pode facilitar o aparecimento de lesões e machucados que só são descobertos depois de muito tempo, quando feridas infectadas se instalaram. Feridas estas muitas vezes de difícil manejo e que podem, num diabético que não faz tratamento adequado, levar a amputação de dedos ou de partes dos pés ou das pernas.

Os vasos entupidos da retina podem levar ao aparecimento de manchas ou borrões na visão, podendo evoluir para a perda completa da visão num paciente não tratado.

Os rins – que têm a função de filtrar o sangue e eliminar na urina as toxinas e demais compostos desnecessário ao corpo – podem perder completamente sua função, levando o diabético mal controlado a ter que fazer hemodiálise. A hemodiálise consiste em conectar os vasos sanguíneos do indivíduo em uma máquina que faz a filtragem do sangue, num processo que pode durar mais do que 4 horas e ser necessário sua realização 3 ou mais vezes na semana até que um transplante renal seja possível.

Além disso o diabetes mal controlado pode levar à dificuldade de cicatrização de qualquer ferida, inclusive cirúrgicas e ainda favorecer o entupimento de artérias do coração – levando à doença conhecida como infarto do miocárdio, e do cérebro – levando à doença conhecida como AVC (Acidente Vascular Cerebral) ou derrame na linguagem popular.

Quais os sintomas?

Os sintomas do diabetes tipo 1 costumam aparecer antes do diagnóstico da doença e se devem a um acúmulo excessivo de açúcar no sangue. O paciente pode apresentar náuseas, vômitos, confusão mental e hálito com cheiro de bebida alcóolica, mesmo sem ter ingerido álcool.

No caso do diabetes tipo 2 são mais raros os sintomas, pois normalmente a doença é diagnosticada antes deles aparecerem. No longo prazo e na doença não tratada ou diagnosticada precocemente, o paciente pode apresentar produção aumentada de urina, muita sede, fome e perda de peso mesmo se alimentando normalmente.

Tem como prevenir?

Não há como prevenir o diabetes tipo 1. É uma doença de caráter genético e ambiental, muitas vezes sendo o processo autoimune desencadeado por alguma outra doença infeciosa.

Já no diabetes tipo 2, hábitos de vida saudáveis podem ajudar a evitar a doença, ou pelo menos atrasar o seu aparecimento. O principal é evitar a resistência à insulina, de forma que o pâncreas não precise trabalhar sobrecarregado. Para fazer isso o ideal é ter uma alimentação saudável, com baixa ingesta de carboidratos simples (os três branquinhos do mal), melhorar o consumo de frutas e vegetais, e fazer atividade física regular, de forma a evitar o acúmulo de gordura no corpo. A recomendação é de 30 minutos de atividade física moderada por dia, 5 vezes na semana. Não fumar também parece ter alguma influência em evitar o diabetes.

Acompanhamentos médicos regulares podem ajudar a detectar precocemente a doença bem como seus fatores de risco.

Não há um consenso, mas parece razoável fazer um checkup anual com seu médico a partir dos 40 anos de idade, que é quando normalmente começam a se desenvolver as principais doenças que podem ter repercussão no sistema cardiovascular.

Como é feito o diagnóstico?

São basicamente três exames utilizados para o diagnóstico:

  • Glicose em jejum
  • Hemoglobina glicada ou glicosilada, também conhecida pela sigla HbA1C.
  • Teste Oral de Tolerância à Glicose (TOTG) ou Curva Glicêmica.

Todos esses exames são realizados em um laboratório com coleta de sangue venoso. O primeiro e o último precisam ser realizados em jejum completo de pelo menos 8 horas, sendo que alguns laboratórios pedem 12 horas sem se alimentar. O teste de Hemoglobina glicada dispensa o jejum.

Glicose em jejum

A glicose em jejum mostra quanto de açúcar existe no sangue naquele momento em especial. O resultado é o mesmo que se obtém com a glicemia capilar, aquele teste que pode ser realizado em casa com a picada de um dedo e colocando a amostra de sangue numa fita conectada a um aparelho glicosímetro. Porém, enfatizo que o glicosímetro não deve ser utilizado para diagnóstico de diabetes, sendo recomendado apenas para permitir o ajuste de insulina em pacientes que necessitam dessa medicação.

Um valor igual ou maior a 126 mg/dL confirma a doença diabetes desde que repetido para se certificar de que não houve nenhum erro na coleta ou processamento do sangue.

Valores entre 100 e 125 apontam para a existência de pré-diabetes. Uma condição que mostra que há alguma descompensação na regulação do açúcar pelo pâncreas, e que pode futuramente levar ao aparecimento da doença.

Hemoglobina glicada ou glicosilada ou HbA1C

A Hemoglobina é uma proteína que “mora” dentro da hemácia, a célula que dá a cor vermelha ao sangue. Todos os dias são produzidas e destruídas inúmeras hemácias em nosso sangue. Uma vez produzida, a hemácia vive aproximadamente 90 dias (pode chegar a 120 dias). Toda vez que há um excesso de açúcar no sangue, parte desse açúcar entra na hemácia e se liga à hemoglobina, tornando-a glicosilada (com açúcar). Dessa forma ao se medir a hemoglobina glicosilada ou glicada (são sinônimos) tem-se uma ideia de como está a média de açúcar no sangue nos últimos 3 meses.

O valor normal é igual ou abaixo de 5,6%. Valores iguais ou maiores a 6,5% confirmam o diabetes, desde que repetidos ou acompanhados de outro teste que o confirme (glicose em jejum, por exemplo). Valores entre 5,7 e 6,4% demonstram a existência de pré-diabetes.

Teste Oral de Tolerância à Glicose (TOTG) ou Curva Glicêmica

Outra forma de se verificar a existência de diabetes é realizando a curva glicêmica, ou teste oral de tolerância à glicose. Esse teste, mais utilizado para o diagnóstico de diabetes em gestantes, é realizado com a coleta de três amostras de sangue e avaliando-se a glicose em cada amostra. A primeira amostra é em jejum. Uma vez coletado o sangue em jejum, o paciente toma pela boca uma medida padrão de glicose – um líquido muito doce e enjoativo – e aguarda no laboratório por mais 2 horas. Novas amostras de sangue são repetidas na 1ª e na 2ª hora. Conforme o valor da glicose dessas 3 coletas, confirma-se ou descarta-se o diabetes.

Como tratar?

O tratamento é feito com redução ou controle do peso corporal, dieta equilibrada e medicação.

Se não houver contraindicação, atividade física regular é essencial. A recomendação atual é de pelo menos 30 minutos de atividade aeróbica (caminhada, natação, hidroginástica, ou outra atividade que aumente a velocidade do coração) por 5 vezes na semana, totalizando 150 minutos de atividades semanais.

Além disso a dieta é de suma importância. Trocar os carboidratos simples (três branquinhos do mal) por carboidratos complexos parece ser benéfico. Uma boa pedida é abandonar o açúcar e usar adoçante em seu lugar. Pode ser qualquer adoçante que não tenha calorias e esteja disponível no mercado brasileiro (sucralose, sacarina, ciclamato de sódio, aspartame, acessulfame de potássio ou estévia). O importante é não exagerar na quantidade. Não há evidências que mostrem que os adoçantes façam mal para a saúde, e nem valores máximos a serem consumidos diariamente. Ainda vale o bom senso aqui. 

No lugar das farinhas refinadas e arroz branco prefira os alimentos integrais, que como o nome sugere são feitos com grãos inteiros, e dessa forma precisam que o intestino gaste mais energia e tempo para processar e transformar esses alimentos em açúcar, reduzindo os picos de glicemia no sangue (menor índice glicêmico), permitindo assim que o pâncreas e as eventuais medicações em uso façam seu papel da melhor forma possível.

Frutas possuem açúcar em seu interior, porém elas trazem inúmeros benefícios para a saúde pois são fontes de vitaminas e minerais essenciais para o funcionamento do corpo. O indicado é não exagerar na quantidade. Coma um cacho de uva e não uma caixa; uma fatia de melancia e não uma melancia inteira; uma laranja e não uma dúzia delas. Além disso tome cuidado com sucos de frutas. Se você já fez suco de laranja, sabe que são necessárias várias laranjas para se fazer um único copo de suco. As fibras  (bagaço) são jogadas fora e sobram principalmente os carboidratos, de alto índice glicêmico. Prefira comer a fruta a tomar o suco. E nunca é demais lembrar que refrigerante é tudo de ruim para qualquer pessoa e que bebidas alcoólicas possuem alto índice glicêmico, aumentando o açúcar no sangue.

O cigarro deve ser abandonado principalmente porque ele favorece ainda mais o aparecimento de doenças cardiovasculares, como infarto e AVC, que são doenças que também podem ser facilitadas pelo diabetes mal controlado.

Se mesmo com as mudanças de estilo de vida, atividade física e controle da alimentação, os alvos de glicemia não forem atingidos, o médico poderá indicar medicamentos para ajudar. O mais conhecido e utilizado é a metformina (glifage é um de seus apelidos), que apesar de não ter sua forma de ação bem compreendida, parece atuar ajudando a reduzir a resistência à insulina e facilitando a entrada de açúcar nas células. Outros diversos medicamentos estão indicados e a consulta com um médico é imprescindível, pois cada medicamento tem uma indicação precisa para cada tipo de pessoa e fase da doença. Além disso nem todas as pessoas podem tomar metformina. É comum o diabético iniciar tomando metformina e ter que adicionar um segundo medicamento para obter o controle da doença.

Se as medicações tomadas de forma oral não forem suficientes ou se você tiver diabetes tipo 1, o uso de insulina é fundamental. A insulina é um medicamento como outro qualquer, porém só existe na forma injetável. Até existe a forma inalatória (cheirada e absorvida pelo nariz) disponível em alguns países, mas seu uso é bastante baixo e limitado.

Nem todo diabético necessitará de insulina, mas em alguns casos ela é de suma importância para o controle da doença. Uma vez iniciado o uso de insulina, será necessário o monitoramento do diabetes com a ajuda de um glicosímetro. Como este é um tema extenso escrevi um artigo dedicado para tratar dos tipos de insulina, o armazenamento correto, bem como de algumas dificuldades no seu uso.

Quais os objetivos do tratamento?

O principal objetivo do tratamento é manter os níveis de açúcar no sangue sob controle, de forma a evitar o aparecimento de doenças relacionadas ao diabetes.

Além disso, para se manter o mais saudável possível, é imprescindível manter os níveis de pressão arterial sob controle, bem como controle nos valores de colesterol, em especial o colesterol do tipo LDL.

O controle dos níveis de açúcar é feito conforme o tratamento já informado acima. O monitoramento será feito com medidas regulares da hemoglobina glicosilada. Valores abaixo de 7,0% normalmente são desejados, mas isso pode variar conforme o caso. 

Para a pressão arterial, além de atividade física e hábitos alimentares saudáveis, reduzir o consumo de sal pode ajudar, e caso não seja o suficiente, medicamentos poderão ser indicados pelo seu médico. Na maioria das vezes uma pressão média abaixo de 140×90 será o desejado.

Existem vários tipos de colesterol, os dois principais são o LDL e o HDL. Para facilitar você pode pensar no LDL como o Ladrão, aquele que rouba sua saúde entupindo os vasos sanguíneos do seu corpo. Já o HDL é o Herói que tira o colesterol ruim de circulação. Para reduzir o LDL o ideal é evitar o consumo de frituras e gorduras saturadas escondida em alimentos como queijos, presuntos e salgadinhos em geral.

Em resumo, para ter um controle adequado do diabetes você precisa ter:

  • Níveis de hemoglobina glicosilada abaixo de 7,0%;
  • Pressão arterial abaixo de 140×90;
  • Níveis de LDL abaixo de 100.

E para fazer isso você precisa:

Estes valores são para referência e devem ser individualizados. O seu médico poderá lhe informar quais os valores adequados para você.

Conclusão

O diabetes é uma doença silenciosa e que só dá sinais tardiamente se não for bem controlado. Mudanças de estilo de vida são essenciais, bem como o uso regular de medicamentos se bem indicados. Acompanhamento periódico e regular com um médico atualizado é essencial.

Se usa insulina ou tem interesse no tema, leia meu artigo em que eu explico sobre como usar insulina

Se tiver dúvidas ou não entendeu algum ponto aqui destacado, comente abaixo.

Dúvidas individuais sobre tratamentos específicos devem ser feitas em consulta com seu médico, pois são questões individuais que podem confundir os demais leitores ou necessitar de uma avaliação mais criteriosa para ser analisada.

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Um forte abraço.

Dr. Angelo Bannack - Médico de Família

Dr. Angelo Bannack

Sou um médico que gosta de escrever, curte tecnologia e que valoriza a ciência como o caminho para a nossa evolução. Como Médico de Família, atendo em meu consultório particular em Curitiba e em consultas domiciliares, ajudando as pessoas a manterem-se saudáveis, com check-ups regulares, orientações e contribuindo no processo de diagnóstico e tratamento da grande maioria dos problemas de saúde.

2 comentários em “Tenho Diabetes! E agora?”

  1. Hoje passei pela primeira consulta com o Dr Angelo. No qual é digno de reconhecimento de elogio pela atenção, explicações, orientações e esclarecimento de dúvidas.
    Reconheço que saí de uma consulta muito satisfeito.
    Parabéns pelo excelente profissional.

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